Como os parasitas reparam um dos danos mais perigosos em seu DNA

Atualizado: 31 de Out de 2018


Se o DNA está protegido dentro da célula, ele pode ser danificado? Quais mecanismos podem estar envolvidos na sobrevivência dos parasitas após o dano em seu DNA? Estes organismos podem continuar a viver normalmente após o reparo desses danos? Essas foram as questões que levaram a doutoranda Paula Andrea Marin Muñoz, do Laboratório Especial de Ciclo Celular – LECC do Instituto Butantan, a compreender melhor como os parasitas reparam um dos mais perigosos danos em seu DNA: a quebra de dupla fita.


Nesse artigo podemos entender como um parasita que gera uma doença em humanos pode lidar com danos gerados no seu DNA para erradicá-lo e mesmo assim continuar sobrevivendo no nosso organismo ocasionando danos à nossa saúde. “Portanto, esse estudo pode destacar algumas moléculas que participam desse mecanismo “salva-vidas” do parasita e torná-las um possível alvo terapêutico contra eles já que os mesmos necessitam delas para se manterem vivos”, afirma a doutoranda.


O trabalho da cientista abre portas para futuros estudos que visem uma análise profunda nas moléculas mais importantes dessas vias “salva-vidas” e outros patógenos que infectam humanos e assim fazê-los mais sensíveis a tratamentos nos quais as drogas utilizadas gerem danos ao seu DNA.


Para saber mais, clique no link: https://www.nature.com/articles/s41598-018-23731-6

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